Sofre de “burnout”? Vai nascer um hotel anti-stress em Folgosinho

New Life Portugal é o nome da unidade turística que vai abrir até ao final do ano e que conjuga terapias ocupacionais com turismo. O investimento é de sete milhões de euros e vai criar 13 postos de trabalho.

Um grupo de investidores belgas vai abrir, em Folgosinho (Serra da Estrela), um centro de recuperação/hotel para tratar dependências e outros quadros clínicos como stress, ‘burnout’/esgotamento, ansiedade e depressão.

O seu mentor, Julien, teve problema com drogas quando era jovem e conta à Renascença como se debateu com a ansiedade e a depressão. Até que um dia o pai, numa última hipótese que lhe dava, o enviou para um retiro na Tailândia.

O New Life Portugal é inspirado nessa experiência. A futura unidade turística vai conjugar terapias com turismo.

Com meia centena de quartos, o projeto precisou de um investimento de sete milhões de euros, sendo apoiado por fundos comunitários e pelo Turismo de Portugal. Vai criar 13 postos de trabalho e ajudar a repovoar uma zona desertificada do país.

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4 de junho de 2021
Renascença – Liliana Carona

A subida à Serra da Estrela passa pelo novo boutique hotel da Covilhã

Covilhã é cidade de reinvenção. Pólo de indústria têxtil até aos idos anos 1960, a cidade viu perder parte do seu pulmão económico com o fim das antigas fábricas. A cidade resistiu e renovou-se. A Universidade, novos negócios e uma expansão que se fez notar encosta abaixo deram-lhe novo fôlego.

Hoje em dia, a cidade continua a ser o farol de uma imensidão de aldeias que a rodeia mas tem a sua própria vida, jovem, com festivais de arte urbana que se juntam a uma tradição serrana que nunca deixou de marcar presença. Os funiculares e elevadores que hoje em dia fazem parte da paisagem da cidade são também uma ajuda bem-vinda numa cidade que, ao fazer-se sob a encosta, sempre foi sinónimo de subidas e descida.

Quem sobe até ao topo da Serra da Estrela pelo lado da Covilhã, encontra agora uma razão extra para parar. O Pena D’Água Boutique Hotel & Villas nasceu a 25 de dezembro na Rua Francisco Alves num antigo edifício do século XIX num local privilegiado. “Estamos na melhor zona possível, junto ao centro da cidade, e com a estrada de acesso à serra logo ao lado”, conta à NiT Carlota Barata, diretora do espaço.

O projeto começou a ser desenhado há dois anos e meio e começou a receber reservas no último 25 de dezembro. O inverno é sinónimo de frio e isso, no ponto mais alto de Portugal Continental, é um convite à neve. Este ano, no entanto, com o confinamento, a época alta foi afetada. “Foi complicado”, admite Carlota Barata. “Estava a correr bastante bem, estávamos com muita adesão, muitas reservas, e no momento em que começaram a sair as novas restrições isso veio por aí abaixo” .

Um percalço, sem dúvida, mas não uma sentença. “Tínhamos aberto há tão pouco tempo que assumimos que não íamos fechar”, conta. Assim foi. O edifício principal do Pena D’Água Boutique Hotel & Villas ocupa o tal edifício centenário, que foi recuperado ao detalhe.

Ali há 19 quartos, dos quais quatro são suites, a que se juntam oito villas independentes colocadas acima da piscina exterior, alimentada por água que vem da nascente da serra, e que vai ser uma extra especial nos meses de maior calor. O hotel conta também com piscina interior, além de spa e restaurante, que estarão prontos para receber da melhor maneira os hóspedes assim que as restrições o permitam.

“O mentor do projeto é o meu pai”, conta à NiT. A família sempre viveu no centro da Covilhã e já tem experiência no ramo. Há meia dúzia de anos, Rui Barata e a filha abriram ali próximo uma boutique guest house na região, Casa com História, um espaço que recuperou a antiga casa do bisavô de Carlota. Mas o Pena D’Água Boutique Hotel & Villas é já um projeto de outra dimensão. “Somos o único hotel de montanha de quatro estrelas no centro da cidade”, conta.

O conforto e tranquilidade, a proximidade de um passeio sempre especial como é a Serra da Estrela, já seriam trunfos fortes. Mas a ligação à serra não é apenas de passagem. É com espírito sustentável que se fazem as coisas. “A serra é a nossa essência”, destaca Carlota, que explica que ali tudo é “muito ligado à natureza e à montanha”.

As cores refletem isso mesmo mas também opções como manter as pedras já antigas e as oliveiras que dão outra vida ao terreno. Há este lado antigo mas longe de ser algo rústico. A arquitetura tem um toque contemporâneo, elegante, um daqueles casos em que menos é claramente mais

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Quem visita a região continua a ter essa visita obrigatória, serra acima, até lá ao topo. No resto do tempo, há agora um lugar novo, especial, com o centro da cidade ali à mercê, onde vai poder respirar os ares da serra com todo o conforto. Ali, onde história e natureza se encontram.

27 de fevereiro de 2021
NiT – Pedro Filipe Pina

No novo boutique hotel da Covilhã mergulha-se em água de nascente em plena cidade

Logo que a situação pandémica o permita, a Covilhã vai contar em pleno com um novo hotel, onde o moderno se cruza com o tradicional, onde a natureza e a urbanidade do centro histórico fazem parte da decoração, e onde a gastronomia vai andar de mãos dadas com a enologia.

O Pena D’Água Boutique Hotel & Villas, uma unidade de quatro estrelas, única no centro da cidade, abriu no final de dezembro de 2020, em plena zona histórica, assumindo ao mesmo tempo uma vocação de alojamento de montanha, tendo em conta a proximidade com a da Torre da Serra da Estrela.

O edifício principal, coração do Pena D’Água Boutique Hotel & Villas, é uma casa do final do século XIX, e na recuperação houve o cuidado de manter os detalhes essenciais em homenagem à memória da vida original do espaço. As camas dossel em madeira de castanheiro testemunham o reaproveitamento das vigas originais do edifício, salientando o pilar da sustentabilidade, que também pretende ser imagem de marca da unidade. Esta intenção assume igualmente importância, por exemplo, nos uniformes dos funcionários, feitos com tecidos locais.

No Pena D’Água Boutique Hotel & Villas encontra 15 quartos e quatro suítes, que se juntam a oito villas (…), de arquitetura contemporânea minimalista, que apesar de contrastarem com os quartos da casa principal, foram desenhadas para proporcionar conforto e privacidade. Ficam numa área mais elevada, rodeadas por oliveiras e por uma fonte de água de nascente que brota da Serra da Estrela e que alimenta também a piscina exterior. Os salões do hotel, destinados aos mais variados eventos, preservam uma imponência histórica do estilo Arte Nova, destacando o facto do edifício do hotel ser um dos poucos exemplares deste estilo de arquitetura na Covilhã.


17 de fevereiro de 2021
boa cama boa mesa – Expresso – Fernando Brandão

Comércios da Beira: Café Portugal, uma nova vida para um espaço mítico

Na Avenida da Liberdade, no Fundão, é onde vive a artéria mais pulsante da cidade fundanense. A principal avenida da cidade e nas suas ruas adjacentes é onde se localizam grande parte dos negócios e movimento que caracterizam o Fundão. E é lá que mora um dos espaços mais históricos e míticos que a cidade tem e com o qual se identifica, o Café Portugal. Um café que faz parte do imaginário fundanense e de quem o conheceu de forma mais próxima. Um ponto de encontro, um palco de muitas histórias e memórias, um mundo dentro de outro mundo que tem uma vida e uma existência próprias e únicas.

O café fechou e com ele se haviam fechado tantas memórias vivas da cidade e dos seus habitantes, até que este ano Cristina Vicente meteu mãos às obras e juntou o útil ao agradável: continuar um negócio de sucesso que já vinha construindo no mesmo ramo (República dos Sabores) e aproveitar o nome de um espaço histórico que muito diz à identidade fundanense até enquanto comunidade. E assim renasceu o Café Portugal, com o mesmo nome, como não podia deixar de ser, mas com uma nova gerência que lhe trouxe um novo rosto e uma nova alma. O espaço é hoje mais moderno, mais funcional e mais variado. Manteve o serviço de café e de esplanada, mas tem agora também o que já tinha a República dos Sabores: comida para levar para casa de muita variedade e qualidade, a preços acessíveis, assim como no próprio espaço para quem decidir optar por comer lá. Além disso, não deixou ainda de parte a doçaria e os produtos regionais, tendo também aí uma grande variedade de opções caseiras e tradicionais que não pode deixar de provar.

Muitos são os motivos para visitar o espaço, mas o principal é mesmo este. Estar num espaço com tanta história para a cidade e ser capaz de desfrutar dele num conceito renovado e com tanto sentido até nos tempos atuais.


17 de novembro de 2020
Jornal Fórum Covilhã – Fernando Gil Teixeira

Intermarché reabre portas após investimento superior a dois milhões

Reabriu esta quinta-feira o Intermarché do Fundão “com um novo conceito e serviços personalizados para dar respostas às necessidades dos clientes da região”. A renovação da superfície comercial traduz-se num investimento superior a dois milhões de euros e resulta na criação de 40 postos de trabalho.

A loja reabriu ao público com significativas melhorias nos serviços disponibilizados, com uma zona de refeições com take away, cafetaria e bar, e um novo espaço que facilita as compras de última hora, mas também na remodelação das áreas de loja, com reforço na zona dos produtos frescos.

João Magalhães, proprietário do renovado Intermarché do Fundão, faz um resumo dos objetivos. “Com a renovação da loja do Fundão queremos apresentar aos nossos clientes um novo conceito, com novos serviços, áreas remodeladas e de fácil acesso. É com o propósito de servirmos melhor quem nos visita que reestruturámos toda a superfície comercial e disponibilizamos um serviço personalizado, que combina qualidade e proximidade sempre aos melhores preços”, refere.

A unidade permitirá criar nove postos de trabalho directos, na fase inicial, indicam. O projecto de arquitectura é assinado pela Plataforma, atelier sedeado na Covilhã.


22 de maio de 2020
Jornal do Fundão

Fundão vai transformar antigo solar do século XVII em hotel-cereja

O Solar Tudela Castilho deverá entrar em obras em Maio. O hotel será dedicado à celebre cereja do Fundão e já tem nome: Solar da Praça Velha – Sakura Lifestyle Hotel.

Um antigo solar do século XVII, localizado no centro do Fundão, vai ser transformado num hotel de quatro estrelas dedicado à temática da cereja, anunciou promotor do investimento, Paulo Ribeiro, do grupo Prunus Avium SGPS.

“É um hotel que está pensado para o turismo de natureza e experiências com estreita ligação à Serra da Gardunha e à Serra da Estrela, pelo que precisará de estar preparado para acolher famílias e não apenas quartos individuais”, explicou.

O empresário adiantou ainda que a fachada deste edifício emblemático será mantida.

Quanto à temática, está relacionada com o facto de a actividade do grupo deste empresário estar ligado à produção da cereja. O facto de a cereja ser o fruto icónico do concelho também pesou na opção.

O nome do hotel já está escolhido: Solar da Praça Velha – Sakura Lifestyle Hotel para fazer a ligação entre a localização e o termo japonês para flor de cerejeira (a palavra é também habitualmente utilizada para o muito aguardado espectáculos das cerejeiras em flor).

A unidade permitirá criar nove postos de trabalho directos, na fase inicial, indicam. O projecto de arquitectura é assinado pela Plataforma, atelier sedeado na Covilhã.


24 de abril de 2020
Fugas | Público

Hotel quatro estrelas dedicado à cereja vai iniciar obras

Está previsto para o dia 11 de maio, o início das obras de requalificação do Solar Tudela Castillho, localizado na Praça Velha do Fundão. O projeto prevê a criação de um hotel de quatro estrelas aliado à temática da cereja, segundo revelou o empresário Paulo Ribeiro, que adquiriu o imóvel há alguns anos.

As obras vão prolongar-se por 18 meses e preveem a criação de uma unidade hoteleira com um total de 24 suítes, entre quartos individuais e de alojamento familiar. – Catarina Canotilho


22 de abril de 2020
Jornal do Fundão – Catarina Canotilho

Hotel Solar da Praça Velha – Anteprojetos

O projeto desenvolve-se num edifício emblemático do Fundão. Trata-se do antigo Solar Tudela Castilho, localizado na Praça Velha, que se destaca pela sua dimensão e trabalho de pedra aparente na fachada principal. É uma casa nobre de estilo maneirista, com planta retangular, jardim interior, três pisos, de volume simples, sendo a fachada principal ritmada pelos vãos retilíneos dispostos regularmente.

Foi edificado por volta de 1670, sofrendo intervenções de ampliação durante o século XVIII e XIX. Atualmente encontra-se devoluto e em avançado estado de degradação.

Localizado no centro histórico do Fundão faz a ligação entre avia e edifícios que estão na génese da cidade e os edifícios modernistas periféricos do início do séc. XX.

O desafio consiste na relação entre uma construção de traçado “Filipino” ao estilo da “Arquitetura Chã” que marca a Praça Velha, e os edifícios Modernistas do início da séc. XX da Rua 25 de Abril.

A proposta parte da fachada principal, que se mantém e termina com uma abordagem atual na fachada do novo corpo a construir onde outrora existiam “lojas” e apoios ao edifício principal, valorizando o jardim interior.

O programa distribui-se pelos três pisos. Piso térreo com áreas sociais, receção, cafetaria, spa, zonas de serviço e uma capela a manter. Os dois pisos superiores serão ocupados por 23 unidades de alojamento e sala de reuniões. Será criado um piso parcial abaixo da cota de soleira para estacionamento.


dezembro de 2019
Anteprojectos

Belmonte Sinai Hotel vai duplicar capacidade e terá piscina aquecida

Cerca de um milhão de euros é a estimativa do investimento que o Belmonte Sinai Hotel pretende fazer no próximo ano para pôr em marcha o projeto de ampliação, que inclui 24 novos quartos, spa, ginásio e duas piscinas, uma no exterior e outra no interior, aquecida, que estará também disponível para o público.

Ricardo Abreu, o diretor da unidade hoteleira belmontense, confirma, assim, a primeira informação dada pelo autarca António Dias Rocha na última reunião do executivo.

O projeto de arquitetura já deu entrada nos serviços da Câmara e em breve deverá receber a aprovação. “Depois, vamos tentar formalizar a candidatura a um programa de apoio comunitário que ainda está aberto até final do ano”, explica Ricardo Abreu, acrescentando que em 2021 a obra poderá estar concluída.


4 de dezembro de 2019
Jornal do Fundão – Filipe Sanches

A. Ezequiel investe 5 milhões em duas unidades comerciais

A empresa A. Ezequiel, com sede no Parque Industrial do Tortosendo, vai abrir duas novas unidades na região, uma na Guarda e outra no concelho da Covilhã, que representam um investimento de cerca de cinco milhões de euros e a criação de mais 25 novos postos de trabalho.

Com a designação comercial de Quiel Cash & Carry, a unidade da região da Guarda está prevista abrir no mês de setembro. A da região da Covilhã, mais concretamente no Tortosendo deve abrir no primeiro trimestre de 2020.

Segundo o fundador da empresa, António Ezequiel, “a estratégia da A. Ezequiel assenta na oferta global ao mercado, de uma forma diversificada de produtos de qualidade superior e com um serviço de distinção, de modo a satisfazer as expectativas dos clientes”. Especifica que “para cumprir esse objetivo é determinante fazer um forte investimento a nível de infraestruturas, para fazer face ao crescimento da atividade e responder às necessidades crescentes dos clientes”.

Sediada no Parque Industrial do Tortosendo, a A. Ezequiel tem 32 anos de presença na área da distribuição alimentar grossista, com forte implantação nos canais Horeca e Retalho Alimentar e desenvolve a sua atividade nos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Guarda, Viseu, Coimbra, Aveiro e Leiria com um total de 3.500 clientes.


26 de julho de 2019
Rádio Cidade da Covilhã